Queridíssimos leitores,

Estive muito ocupada com festas de gala, tapetes vermelhos, entrevistas chiques e tudo mais para passar aqui e ver o que vocês tinham achado do meu primeiro post. Fiquei chocada em saber que consegui apenas pouco mais de 30 comentários.  Realmente frustrante.  Sei que foi uma revelação bombástica a que eu fiz no post passado e merecia muito mais. Voltei aqui hoje para contar revelações e desta vez espero receber bastante elogios.

Como vocês já sabem, mais cedo tive o maior prazer de entrevistar aquela que é loiraça, quarentona e arrasa em todos os lugares que passa, mas não sou eu. Exatamente, queridos leitores! Conversei com Joanne Rowling por incansáveis quatro horas depois de um delicioso almoço que – pasmem! – a própria preparou: um risoto de peixe com batatas. Claro que não foi perfeito. Nada é perfeito a não ser eu. Ela deixou escapar várias espinhas, mas como eu tenho classe, não comentei sobre isso na frente dela, é claro.

O que parecia ser uma conversa feliz acabou em um inocente desastre (para ela, evidentemente). Depois de algumas taças de vinho, Rowling contou TUDO sobre sua vida, inclusive comentou sobre aquela apertadinha que vocês devem estar bem lembrados.

Comecei falando o quanto estava emocionada em falar com ela. É sempre necessário fazer com que o entrevistado se sinta como se o entrevistador fosse seu amigo de infância. Adicionei que ela era uma pessoa ilustre e que tinha sorte por falar com ela.

Quando comentei sobre o que ocorreu naquela festa, sobre a “apertadinha”, ela se fez de desentendida. “Rita, querida, não sei do que você está falando”, rowlingOela falou com a voz tremida e olhando para todos os cantos da sala de jantar, menos para meus olhos. Como já esperava esta resposta, comecei a tirar da minha bolsa as diversas fotos que comprovavam tudo. “Não vejo nada de errado nestas fotos”, ela mentiu ainda olhando para os cantos da sala e começando a soluçar. Apontei claramente para a mão do senhor em seus seios e para o seu rosto demonstrando completa falta de lucidez. Ela gaguejou tanto que as palavras demoraram a sair da boca: “Ah, isto? Este senhor… É… Esbarrou em mim sem querer… Não é grande coisa, mas podemos mudar de assunto?”.

Como uma verdadeira lady, não insisti. Sabia que ela faria de tudo para fugir das perguntas que poderiam ser feitas sobre o assunto. Resolvi plantar verde em um tema. Perguntei-a sem rodeios: “Rowling, fiquei sabendo que sua filha é uma verdadeira fã dos vampiros purpurinados…” Colhi maduro. Gente, vocês não acreditam. Eu acertei. Claro que não é nenhum milagre eu conseguir adivinhar os fatos. Mas quando se trata de algo que ninguém imaginaria, a coisa muda de sentido completamente!rowlingcry

Ela nem me deixou concluir a pergunta. Virou os olhos para o lado e desatou a chorar. Dei uns tapinhas na tentativa de consolá-la. Ela desabafou com os olhos cheios de lágrimas, retificando: “Minha filha é mais fã de Crepúsculo do que do meu bruxinho”.

Caros leitores, tento sempre manter o profissionalismo, mas morri de pena daquela cena. Quando o intervalo entre um soluço e outro durou mais que 10 segundos, perguntei mais sobre o assunto – é claro!, não poderia deixar de saber das coisas!

“Jessica tem mais pôsteres de Pattinson grudados na parede do que do Daniel”. “É frustrante”, completou. “Ela me proíbe de criticá-la [Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo] em público. E Mackenzie está indo na mesma onda. Ela exigiu que seu aniversário de cinco anos fosse com tema de Crepúsculo. Ela até apareceu vestida de Bella lá”.

Perguntei-a se sentia ciúmes. Ela disse: “Sei que mesmo com toda esta febre, ainda tenho mais fãs que Meyer, mas é horrível não ser amada pelas pessoas que mais amo na vida”.

Olá, altinhos e baixinhos!

Sejam bem vindos ao meu cantinho. Meu nome é Rita Skeeter. Claro que vocês, leitores assíduos do Conspirações do Pasquim e do maravilhoso e autêntico site sobre o bruxinho mais menosprezado de todos os tempos, o ScarPotter, já conhecem a minha pessoa, magnífica e idolatrada pela multidão.

Neste espaço, continuarei o meu papel que outrora foi rejeitado injustamente por outros jornaizinhos de quinta categoria. Sim, caros leitores, entrevistarei aqueles que fazem a história (história esta que derrama moedinhas a uma vazão alta e constante no cofrinho da loira oxigenada J.K. Rowling. Mas isto não vem ao caso, ou pelo menos não agora, neste parágrafo). Insistirei naquelas perguntas mais chatas sobre suas personalidades. Você saberá das verdades mais podres sobre eles! Desde a marca do papel higiênico usado pelo Snape até as drogas que a Lovegood em miniatura injeta em si própria.

Além das entrevistas, você contará com imagens, textos e muito mais, todos eles salpicados com um toque de verdade que apenas eu consigo dar aos fatos da vida dos atores dos filmes, dos personagens e da loiraça que criou tudo.

Não estou dizendo que ela mereça tamanha atenção, mas gostaria de dedicar o primeiro post a ela, afinal, incrivelmente eu não existiria sem ela. Ela imaginou que um simples Abaffiato iria fazer com que seus fãs não conhecessem sua verdadeira personalidade. Mal sabia ela que eu sou a detentora de um equipamento que retira estes feitiços inconvenientes para os repórteres! Me aguardem! Portanto, fiquem com imagens tiradas na hora certa pelos meus fotógrafos profissionais. Perceba como ela não se importa em mostrar sua pouca vergonha ao mundo:

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